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Archive for the ‘Desenvolvimento’ Category

Atalho!

 

Pessoal, a mais ou menos uns 2 meses atrás eu tive alguns problemas com uma aplicação Flex que estava desenvolvendo para uma empresa cujo dono era um senhor de idade e que tinha adquirido alguns costumes ao longo da sua vida, um deles era utilizar teclas de atalho nos aplicativos que usava, pois bem, fui até a lista flexdev ver se havia a possibilidade, após ter procurado na web e em alguns livros e o resultado foi negativo, mas não totalmente, o Beck Novaes comentou que seria possivel extendendo o componente e até criou um exemplo muito útil encontrado aqui e com base nesse exemplo eu criei algo que atenderia melhor minhas necessidades, e agora, venho compartilhar esse solução com a comunidade!

Bom, primeiro eu tenho a Classe ShortKey.

Olha que simples, depois no mxml em que você deseja colocar o atalho no botão basta inserir o seguinte código:

<cp:shortkey key="{Keyboard.ENTER}" button="{btnConfirmar}">

E você ainda pode usar combinações com Enter e Shift + mais outra tecla, basta dar uma olhada na classe ShortKey.

Pessoal, esperamos que isso ajude ai, e gostariamos de agradacer a comunidade Flex pela força!

Em conversa durante almoço com um amigo chegamos a seguinte conclusão: Pensávamos pequeno mesmo quando estávamos pensando grande!

Bem vou explicar pra ver se fica mais claro!

Há mais ou menos 2 anos atrás nós prestávamos serviço a uma imobiliária, pra resumir essa época vou usar uma palavra: Pandemonium.

Era horrível, um verdadeiro caos, não podíamos nem almoçar sem receber ligações no celular, horrível. Na época, culpamos muito os funcionários, o dono, tudo, culpávamos tudo, quando também era falha…

Bom, dois anos se passaram, e continuamos prestando serviço pra mesma imobiliária,e agora com um pensamento um tanto quanto diferente, algo que ilustra isso é a frase que eu li na palestra do Mandic e que nós adotamos:

Nenhum cliente é pior que não ter clientes!

Isso diz bem como estamos pensando agora…

Naquela época queríamos que tudo fosse da nossa maneira, que o cliente esperasse a hora que estivéssemos descansados, mas não funciona assim, aprendemos bastante coisa, e é ai que eu acho que as empresas de hoje pensam demasiadamente pequeno!

Hoje o negócio é contratar estágiarios, e para isso pedem experiência de 3 anos e conhecimentos em quase tudo que tem por ai… Tudo bem, muito bom pra empresa, ela não gasta tanto com este estágiario… Mas pense bem, você acha certo montar uma equipe altamente rotativa, que não vai passar de 2 anos trabalhando para você… A cada contratação uma nova época de treinamentos, levando tempo, assim dinheiro… O que as empresas fazem para manter seus talentos?Hoje em dia, a maioria não faz nada!

Essa é apenas uma das questões, existem tantas outras, no Brasil que tecnologias são as mais usadas, se você for ver serão as mesmas de 10 anos ou mais atrás… Isso me deixa muito indignado, outras coisa é a proporção de testadores/programadores da qual eu falei no post abaixo, é ridículo o desleixo das empresas perante a qualidade de seu produto e a satisfação do seu cliente…

Bom, isso foi mais um desabafo do que qualquer outra coisa, desejo sucesso a todos vocês e que pensem bem… O Google foi criado sem pensar em dinheiro, e hoje é uma das maiores empresas do mundo com ações chegando a U$900, enquanto a maioria das empresas ultra-capitalistas do vale do silício sucumbiram por pensarem somente na grana!

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Processos de melhoria de qualidade de software reduzem custos de projetos e garantem que o produto final atenderá às necessidades existentes no momento de sua concepção.

Quem conhece aquele jogo de salão chamado telefone-sem-fio sabe o quanto ele se assemelha ao processo de desenvolvimento de um software, do momento em que a solicitação é feita até quando a solução é entregue. Da mesma forma como, na brincadeira de criança, aquela frase ou palavra cochichada pelo primeiro participante se distorce até chegar ao último companheiro da fila, a demanda inicial de um software também é interpretada de diferentes formas em sua trajetória até o desenvolvedor.

Diferente do que muitas empresas ainda acreditam, testes por si só não são a solução para o problema. Especialmente se adotados simplesmente como uma das etapas no processo de criação do software, procedimento ainda muito comum entre desenvolvedores, que, aos poucos, começam a entender a importância de colocar em prática políticas de qualidade e alinhá-las aos processos de testes de soluções.

Essas práticas vêm ganhando um nível de profissionalização cada vez maior, impulsionadas por fatores como o aumento na busca pelo offshore, a instalação de fábricas de software no País e o crescimento de exigências regulatórias como Basiléia 2 e Sarbanes-Oxley. Como resultado, o que se vê é uma enxurrada de empresas, soluções e serviços que prometem automatizar e aprimorar esses processos.
Muitas companhias, porém, tardam em compreender a diferença entre testes e processos de melhoria de qualidade – e as vantagens e implicações para aqueles que os utilizam. “Testes e qualidade estão interligados. Ambos são necessários, mas são coisas diferentes”, decreta Adriano Alves, vice-presidente de tecnologia e serviços da Compuware para a América Latina. Carlos Alberto Caram, diretor-executivo da consultoria ISD no Brasil e América do Sul, concorda: “É um erro achar que a qualidade começa pelo teste.”

Fonte: ComputerWorld

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Este artigo é baseado em um post do Akita na lista rails-br!

Quantas vezes você, assim como eu, fez a tosquice de dar um puts ou o flash[:notice] pra ver o valor de uma variavel ou coisa do tipo?
Então, você sabia que existem maneiras mais racionais de fazer isso?
É claro que existe a solução é o Ruby-Debug
Pra instalar é a barbada de sempre, vamos lá:

sudo gem install ruby-debug -y

Ok, instalado direitinho, agora vocês vai até config/environments/development.rb e coloca no final isto aqui:

SCRIPT_LINES__ = {}
require “ruby-debug”

Pronto, no seu código basta inserir uma linha com a palavra debugger e quando ele chegar neste breakpoint vai abrir um prompt no console, agora você pode debugar!

Finalmente, em qualquer lugar do seu código, coloque uma linha com o comando “debugger”, agora, quando você rodar até lá ele vai abrir um prompt no seu console e a partir daí você pode debugar. Os comandos que mais uso:

Aqui uma lista com os comandos que vocês pode usar, retirada e traduzida de http://blog.nanorails.com/articles/2006/07/14/a-better-rails-debugger-ruby-debug
A tradução talvez não seja a melhor, mas creio que de para entender, qualquer coisa deixe um post com a correção e eu irei corrigir aqui!

Comandos Ruby-debug

* b[reak]
Mostra seu breakpoints
* b[reak] [file|class:]LINE|METHOD [if expr]
* b[reak] [class.]LINE|METHOD [if expr]
Define a posição do breakpoint, testando opcionalmente uma expressão if expr == true
* cat[ch]
Mostra o catchpoint
* cat[ch] EXCEPTION
Seta o catchpoint para uma exceção
* disp[lay] EXPRESSION add expression into display expression list
Adicionar expressão dentro da lista de expressão exibida
* undisp[lay][ nnn]
Excluir uma todas as expressões mostradas se não o houver numero da expressão determinado
* del[ete][ nnn]
Excluir alguns ou todos breakpoints (obter o número usando ““break”)
* c[ont]
Roda até programa termina ou encontrar um breakpoint
* r[un]
alias para cont
* s[tep][ nnn]
Entra (em metodos) one line or till line nnn
Passa (para desntro de métodos) para uma linha ou até linha nnn
* n[ext][ nnn]
Vai para a linha ou até a linha nnn
* w[here]
Mostra a pilha
* f[rame]
Alias para where
* l[ist][ (-|nn-mm)]
Lista o programa, - lista para trás, lista as linhas nn-mm. Sem argumentos, mantém a lista
* up[ nn]
Move para o quadro acima
* down[ nn]
Move para o quadro abaixo
* fin[ish]
Retorna para o quadro de fora
* q[uit]
Sair do debugador
* v[ar] g[lobal]
Mostra as variaveis globais
* v[ar] l[ocal]
Mostra as variaveis locais
* v[ar] i[nstance] OBJECT
Mostra as variaveis de instacia do objeto
* v[ar] c[onst] OBJECT
Mostra as constantes do objeto
* m[ethod] i[nstance] OBJECT
Mostra os metodos do objeto
* m[ethod] CLASS|MODULE
Mostra as instancias dos metodos, classes ou modulos
* th[read] l[ist]
Lista todas as threads
* th[read] c[ur[rent]]
Mostra a thread atual
* th[read] [sw[itch]] nnn
Troca o contexto da thread para nnn
* th[read] stop nnn
Para a thread nnn
* th[read] resume nnn
Resume a thread nnn
* p EXPRESSION
Avalia a expressão e mostra o valor
* pp EXPRESSSION
Avalia a expressão e mostra o valor
* h[elp]
Mostra a ajuda
* RETURN KEY
Retorna ao último comando. Conveniente quando usado list, step, next, up, down,
* EVERYHTING ELSE
Avaliar

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Uma pesquisa encomendada pela HP à The Economist Intelligence Unit e realizada junto a mais de mil gestores de TI em junho deste ano mostra que em 57% dos casos relatados, no máximo uma em duas iniciativas de TI produziu resultados comerciais positivos. As maiores reclamações são quanto à falta de benefícios agregados aos negócios e ao não cumprimento de prazos entrega pré-estabelecidos.

Em quase metade das empresas pesquisadas, 25% ou mais dos projetos de TI são entregues atrasados. Conforme a The Economist Intelligence Unit, os atrasos são explicados pelo fato de os departamentos de TI acumularem demandas indiscriminadamente, se comprometendo com um volume que não conseguem cumprir.

Já a carência de benefícios aos negócios é sintoma de que as equipes de TI não sabem claramente o que as áreas de negócio das empresas esperam delas. Outro fato é a inexistência de métricas capazes de medir os projetos de TI sob o ponto de vista de business.

Como solução, o levantamento aconselha as organizações a deixarem de ter seus departamentos de TI divididos em silos, ou seja: divisões em que cada profissional tem uma área de atuação específica, que não se comunica com as demais. Conforme a pesquisa, este modelo impede a interação na construção dos projetos, o que, posteriormente, pode gerar divergências.

Fonte: Baguete

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Sep
11
Posted by admin

1º Encontro do Grupo Rails-RS


Pessoal, não preciso dizer mais nada né…
A imagem foi concebida por Juan Maiz e mostra o interesse da gauchada em aprender e compartilhar conhecimento sobre ROR, quem quiser saber mais basta entrar na lista de discução Rails-RS

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Aug
14
Posted by admin

Novidades, um novo projeto surge!

Caros amigos, ontem (13/08/2007) estava eu, lá, na faculdade pensando em um método de aprendizagem mais eficaz que aquelas aulas, que por sua vez são eficazes… Foi então quee tive a brilhante idéia, não sei até onde inovadora, mas sim, brilhante. Vou fazer artigos baseados no conteúdo da aula do dia anterior, por exemplo, na segunda tenho a disciplina de lógica, na terça teremos um artigo sobre lógica! Não é o máximo! Então, anote ai os dias!

Terça - Artigo Lógica -> Nesta disciplina são discutidas as lógicas proposicionais e lógica de predicados
Quinta - Código Laboratório I -> Nesta disciplina é colocado em prática o que se aprende em Programação I ou seja, JAVA
Sexta - Artigo Programação I -> E aqui o foco será JAVA

Amigos, espero que gostem e acompanhem pois pretendo documentar aqui em meu blog todas as aulas, até eu estar formado!

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Jul
31
Posted by admin

Disparando eventos do ASP.NET AJAX

Pessoal segue no link abaixo uma interessante e aproveitavel discussão em um fórum sobre como disparar eventos ajax, sem que uma requisição seja disparada propriamente… Espero que seja bastante aproveitavel para voês também!


ASP.NET Ajax - Adding Triggers Programmatically

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Muita gente critica a Microsoft, são vários os motivos pela qual a gigante dos softwares é criticada, e muitas vezes com razão, toda razão, porem vejo em pouquíssimos lugares os devidos elogios são dados, pois bem, chegou a hora de elogiar a Microsoft aqui no meu Blog…

Fazem uns quatro anos que sou desenvolvedor, nesses quatro anos trabalhei com varias IDEs diferentes, entre elas Clarion e Windev, duas ferramentas pouco conhecidas no mercado brasileiro, Windev inclusive muito boa, e o principal problema sempre foi falta de material, nem mesmo nos site das fabricantes destas ferramentas tinha material suficiente… A um tempo atrás comecei a desenvolver na plataforma .NET da Microsoft, ai sim as coisas mudaram, e para melhor, é incrível a gama de material encontrado sobre os produtos da Microsoft na Internet, tudo bem, até ai a Microsoft pouco tem a ver, mas quero chegar a um ponto que é muito importante, o suporte que a Microsoft dá as pessoas que desenvolvem com suas ferramentas, podemos citar o site da MSDN, o fórum da mesma, os WebCasts disponibilizados, programas de valorização dos profissionais tal como desenvolvedor cinco estrelas, pessoal, tudo isso é fornecido pela Microsoft inteiramente de graça. Você não precisa pagar para assistir um WebCasts sobre DataSet tipado por exemplo, pode testar seu conhecimento sem pagar nada também….

Isso tem me fascinado desde que virei desenvolvedor .NET, e é por isso que acredito que este registro é válido, principalmente na hora da escolha da ferramenta para desenvolvimento e no inicio de uma carreira…

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Tendo em base uma calorosa discussão qe aconteceu em uma lista de Javascritpt a alguns dias atrás venho escrever este artigo para tentar esclarescer um pouco minhas idéias, mesmo que ninguem venha a ler isto…
Toda a discussão começou quando um programador disse que seu desenvolvimento era orientado a gambiarras, e uma desenvolvedora disse que prefiria as coisas organizadas, padronizadas, planejadas. Em questão de segundos: ela era motivo de piada na lista inteira… O assunto Javascript foi deixado de lado para que chacotassem a coitada… Foi então que resolvi entrar na discussão expondo alguns pontos que claro, foram igualmente criticados. Comecei perguntando em que mundo o cara vivia pois hoje em dia já não há mais espaço para desenvolvimento orientado
gambiarras, algumas em casos extremos até porderiam ser relevadas, mas não orientar sua metodologia de desenvolvimento a gambiarras. Pra que né… Fui rigidamente ofendido, para se ver o nivel fui chamado de goiabinha, o que significa eu não sei, só sei que não é profissional competente e organizado com futuro promissor. Foi então qeu tentei mostrar como as coisas são melhores quando se tem planejamento e metodologias de desenvolvimento…

  • Tentativa 1: Justificando pelo prazo:
    Tentei explicar da maneira mais clara possível, pois o cara parecia mesmo ser acéfalo pelas suas declaração… Expliquei que sem suas gambiarras, com código limpo e padronizado ele teria um ganho de tempo no caso de manutenção do código, já que estaria tudo comentado e claramente explicado…
  • Tentativa 2: Justificando pela qualidade:
    Era um tanto obvio que da maneira que o cara fazia as coisas seus produtos certamente não teriam qualidade para disputar com os produtos de qualidade com processos avaliados e tudo mais, mas mesmo assim ele achava que sim, seus produtos tinham qualidades insuperáveis com suas gambiarras mágicas. Perguntei com ele resolvia dois problemas semelhantes e ele me respondeu assim(texto copiado da mensagem) “faço duas gambiarras iguas xDDDDD, se fêrrO gOiAbInHa!!! hahaha”… Ai perguntei, e quando a gambiarra for de outro desenvolvedor? Desta pergunta não obtive resposta…

  • Tentativa 3: Justificando pelo custo:
    Depois das tentativas anteriores tentei levar pro lado financeiro, pro lado que o cara sente mesmo no bolso pra ver se ele entendia… Não deu… Ele disse que com gambiarras ele desenvolvia mais rápido, entregava em menos tempo e ainda ganhava mais, por ter trabalhado menos… Tentei perguntar como ele obtia tais estatisticas, já que o processo dele não era mensurado, a resposta foi “é claro que é assim”, então perguntei, os prazos quais eram os prazos que davam a ele, e a resposta “não tenho prazos, trabalho pra mim mesmo”, disse a ele que assim ficava dificil, pois ele não tinha experiência de mercado, e ele me disse que sim, que tinha, que já trabalhou em orgões públicos, desenvolvendo a uns 15 anos atrás pro governo…

    Bom, quero deixar claro que não tentei enfiar na cabeça do colega a mesma coisa que eu penso, queria mesmo que ele me explicasse como o estilo de desenvolvimento dele surtia efeitos e é claro que ele não iria conseguir sem mensurar, ele não tinha como apresentar números, na verdade muitos dos desenvolvedores pensam como ele, eu pensava assim, é uma tarefa dificl explicar isso a desenvolvedores que trabalharam em empresas onde esta é a metodologia, a metodologia do “preciso pra hoje, não importa como”.
    Mas o mercado já começou a excluir este tipo de profissional, as empresas correm contra o tempo para adquirir certificações de qualidade, este é um novo tempo para o mundo do desenvolvimento de software, a qualidade é quem irá ditar o prazo e o custo das coisas.

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